sábado, agosto 11, 2007

E o silêncio fez-se morte

E o silêncio fez-se morte
Quando me afastei de ti
Mas o teu longo abraço
Por mim há muito anseado
Surge como a noite
Encoberta em neblina.
A lua, essa velha lua,
Minha humilde companheira
Não volta a abandonar-me
E permanece fiel a mim
Quando mais preciso dela.
Sob o seu luar prateado
Encontro a essência da vida,
A magia iluminada
Da mais pura eternidade.



Filipe Garrido

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