Liberta o meu corpo,
Prendendo-me com um beijo.
Sacrifica a minha alma,
Iluminando o meu espírito.
Reanima-me, deixa-me respirar
Faz-me renascer.
Dá-me forças para lutar,
Quero vencer,
Ajuda-me nas batalhas
E não ficaremos por aqui.
Dá-me luz e paz
Para guerrear as minhas trevas.
Congela o tempo
Para que isso não mais acabe.
Deixa esse momento
Ser eterno.
Salva-me de mim
E mostrar-te-ei quem sou.
Tira-me desse abismo.
Liga-me à corrente vital.
Centrifuga-me e decanta-me.
Filtra o que tenho de melhor.
Faz com que eu me deixe levar,
Ajuda-me.
Descobre-me.
Filipe Garrido
segunda-feira, março 13, 2006
terça-feira, março 07, 2006
Quem dera eu fosse poeta
Quem dera eu fosse poeta,
Para que nos momentos de solidão
Pudesse revirar o meu ser
Em busca de razões
Para que fiques aqui comigo.
Quem dera eu fosse poeta,
Um domador de palavras
Para que pudesse escrever
Ou ao menos dizer-te
Os versos mais bonitos do mundo.
Quem dera eu fosse poeta,
Daqueles que fazem poesias
Para te poder mostrar
Tudo que carrego em mim,
Tudo aquilo que sou.
Quem dera eu fosse poeta,
Um fazedor de sonhos
Para que num virar de páginas
Te mostrasse o meu mundo
Ou talvez o universo.
Quem me dera ser poeta
Ou um encantador de andorinhas
Para que a cada primavera
Ou no final dessa fase
As incentivasse a ficar.
Filipe Garrido
Para que nos momentos de solidão
Pudesse revirar o meu ser
Em busca de razões
Para que fiques aqui comigo.
Quem dera eu fosse poeta,
Um domador de palavras
Para que pudesse escrever
Ou ao menos dizer-te
Os versos mais bonitos do mundo.
Quem dera eu fosse poeta,
Daqueles que fazem poesias
Para te poder mostrar
Tudo que carrego em mim,
Tudo aquilo que sou.
Quem dera eu fosse poeta,
Um fazedor de sonhos
Para que num virar de páginas
Te mostrasse o meu mundo
Ou talvez o universo.
Quem me dera ser poeta
Ou um encantador de andorinhas
Para que a cada primavera
Ou no final dessa fase
As incentivasse a ficar.
Filipe Garrido
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