Engarrafo o meu espírito
Neste boneco sem vida,
Acumulo a minha essência,
Toda a minha arte e engenho
E dirijo-a para ti.
Faço de ti o meu norte,
Meu ponto cardeal mor.
Só tu guias o meu ser.
És meu símbolo,
Minha bandeira.
És centrifugação de melodias
Compactadas em pensamentos.
És meu universo perfeito,
Repleto de pura energia.
És minha deusa,
Meu culto, minha religião.
Eu sou teu servo
E contra isso não sei lutar.
Filipe Garrido
quinta-feira, junho 15, 2006
quinta-feira, junho 01, 2006
Quem sou eu?
Eu podia falar sobre o universo,
Tudo que nele existe,
Mas não conheço o que me rodeia.
Eu podia falar das galáxias,
Andrómeda, Via Láctea e todas as outras,
Mas não conheço o meu Sistema Solar.
Eu podia falar do Sol
De Marte, Vénus, Saturno, sei lá!!!
Mas não conheço o meu planeta.
Eu podia falar da Terra.
Estudar a sua órbita e também a da Lua,
Mas não conheço omeu continente.
Eu podia falar de África,
Com os seus desertos, savanas
E povos de mil culturas
Mas não conheço meu país.
Qu podia falar daqui, onde cresci
Das aventuras que vivi,
Amigos que fiz, ou até mesmo de ti
Mas ainda não me conheço.
Por isso falarei de mim.
Mas, quem sou eu?
“Um habitante do mundo”, dirias tu, meu amor!!!
Filipe Garrido
Tudo que nele existe,
Mas não conheço o que me rodeia.
Eu podia falar das galáxias,
Andrómeda, Via Láctea e todas as outras,
Mas não conheço o meu Sistema Solar.
Eu podia falar do Sol
De Marte, Vénus, Saturno, sei lá!!!
Mas não conheço o meu planeta.
Eu podia falar da Terra.
Estudar a sua órbita e também a da Lua,
Mas não conheço omeu continente.
Eu podia falar de África,
Com os seus desertos, savanas
E povos de mil culturas
Mas não conheço meu país.
Qu podia falar daqui, onde cresci
Das aventuras que vivi,
Amigos que fiz, ou até mesmo de ti
Mas ainda não me conheço.
Por isso falarei de mim.
Mas, quem sou eu?
“Um habitante do mundo”, dirias tu, meu amor!!!
Filipe Garrido
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