Hei, está aí alguém?
Ninguém diz nada.
Alguém me ouve?
Apenas o eco responde...
Vês, não existe mais ninguém,
Somos só nós dois.
Temos um mundo pela frente,
Por isso não partas
E lembra-te como era dantes.
E olha que não foi há muito.
É certo que foi rápido
Inesperado até,
Mas nem isso disfarça
A felicidade que sentímos.
Dilapidámos os nossos laços
Com o medo de nos perdermos
Mas ao fazer isso,
Corrompemos as almas
E a felicidade nada será
Senão pedaço de cristal
Embaciado pelo medo.
tu, sabes quem és...
Filipe Garrido
quinta-feira, junho 28, 2007
terça-feira, junho 26, 2007
Não, eu não sou poeta
Não, eu não sou poeta,
Apenas digo a verdade
Que ninguém sabe ouvir,
Falo da verdade do coração,
Aquela que mais dói
Que mais marca na pele.
Não, eu não posso ser poeta
Eu apenas sinto em cada poro
A força que universo encerra.
Tenho fascínio pelo simples
E afecto pelo complexo
Sou um amante do cristalino.
E talvez, se eu fosse poeta
Teria em mim a solução,
A resposta para o que sinto.
Dividiria o mundo em dois
E ficaria com as duas partes
Apenas por assim poder.
Mas eu não quero ser poeta
Quero antes ser inútil
E durar eternanamente.
Quero ser céu, sol, noite
Para ver-te todos os dias
Para estar sempre contigo.
Sim, contigo, oh ser cristalino que não percebes a transparência do que sentimos
Filipe Garrido
Apenas digo a verdade
Que ninguém sabe ouvir,
Falo da verdade do coração,
Aquela que mais dói
Que mais marca na pele.
Não, eu não posso ser poeta
Eu apenas sinto em cada poro
A força que universo encerra.
Tenho fascínio pelo simples
E afecto pelo complexo
Sou um amante do cristalino.
E talvez, se eu fosse poeta
Teria em mim a solução,
A resposta para o que sinto.
Dividiria o mundo em dois
E ficaria com as duas partes
Apenas por assim poder.
Mas eu não quero ser poeta
Quero antes ser inútil
E durar eternanamente.
Quero ser céu, sol, noite
Para ver-te todos os dias
Para estar sempre contigo.
Sim, contigo, oh ser cristalino que não percebes a transparência do que sentimos
Filipe Garrido
segunda-feira, junho 25, 2007
As palavras de nada servem
As palavras de nada servem
Se forem ditas em vão,
Se não segregarem em si
Os segredos de uma paixão.
Nada há que eu não faria
Se te tivesse do meu lado.
Inventaria um mundo
Se tal fosse preciso,
Onde a distância
Não afastaria ninguém.
Onde seria tudo telepatia
Pura música e poesia,
Ver-te-ia agora e sempre
Amar-te-ia eternamente.
Estas não são palavras vãs
Espero que tu ao vê-las,
Sintas algo dentro de ti
Algo mágico e fabuloso
Que apenas eu saiba sentir.
Quero dar-te forças para tudo
Para me amares, para viveres
Mas tenho o mundo contra mim.
Sinto-te um gato selvagem
Que sabe que cairá em pé,
Mas que por uma vez na vida
Quer cair em teus braços
Antes de chegar ao chão.
Para ti, Cristal
Filipe garrido
Se forem ditas em vão,
Se não segregarem em si
Os segredos de uma paixão.
Nada há que eu não faria
Se te tivesse do meu lado.
Inventaria um mundo
Se tal fosse preciso,
Onde a distância
Não afastaria ninguém.
Onde seria tudo telepatia
Pura música e poesia,
Ver-te-ia agora e sempre
Amar-te-ia eternamente.
Estas não são palavras vãs
Espero que tu ao vê-las,
Sintas algo dentro de ti
Algo mágico e fabuloso
Que apenas eu saiba sentir.
Quero dar-te forças para tudo
Para me amares, para viveres
Mas tenho o mundo contra mim.
Sinto-te um gato selvagem
Que sabe que cairá em pé,
Mas que por uma vez na vida
Quer cair em teus braços
Antes de chegar ao chão.
Para ti, Cristal
Filipe garrido
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