Enquanto vejo-me ao espelho
Perguntas caiem sobre mim.
Quem sou eu?
O que faço aqui?
Haverá alguém que me diga?
Olho para ele,
Para o meu reflexo genuíno,
E não vejo nada de concreto.
Não sei que sombra luzente
É essa que olha para mim
E faz o mesmo que eu.
Vejo uma figura humana
Que no físico somos iguais
Mas entre nós há um vazio.
Eu sei que ele não é eu.
Eu sei que eu não sou ele.
Então, quem sou eu???
Filipe Garrido
3 comentários:
Um dos melhores k já vi por aqui. Excelente, magnifico, fabuloso:) simplesmente genuíno...
Tenho passado por aqui e reparo que já não pões aqui os teus poemas...Que se passa?
a mensagem anterior era minha.Márcia:P
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