Tão suja e tão podre
Que é quase inocente
Se a cubro de cobre
Fica transparente.
De pele impura
Toda ela é imunda
Não existe cura
Para tal vagabunda.
Andas pela rua
A procura de amor
E nem mesmo a lua
Pressente a tua dor
Algumas no entanto
Já não as critico
Têm tanto encanto
Quanto um penico.
Filipe Garrido
2 comentários:
tas la meu puto.tenho vergonha de alguma vez ter gozado ctg sobre os teus poemas. 1abraco
boas bro!!! xe ta virando poeta lol!! agr a serio, meu puto tu tens futuro nesta cena. continua assim, k viras a ser o maior poeta de tds os tempos.
fika bem [[ ]]
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