sexta-feira, abril 29, 2005

Prostituta

Tão suja e tão podre
Que é quase inocente
Se a cubro de cobre
Fica transparente.

De pele impura
Toda ela é imunda
Não existe cura
Para tal vagabunda.

Andas pela rua
A procura de amor
E nem mesmo a lua
Pressente a tua dor

Algumas no entanto
Já não as critico
Têm tanto encanto
Quanto um penico.


Filipe Garrido

2 comentários:

Anônimo disse...

tas la meu puto.tenho vergonha de alguma vez ter gozado ctg sobre os teus poemas. 1abraco

Anônimo disse...

boas bro!!! xe ta virando poeta lol!! agr a serio, meu puto tu tens futuro nesta cena. continua assim, k viras a ser o maior poeta de tds os tempos.
fika bem [[ ]]