quarta-feira, agosto 13, 2008

Meu sol,
Calo-me no silêncio das lágrimas
Viajando por ruas por se inventar.
Abraço astros já extintos,
Com nomes que eu não sei dizer.
Afogo a minha agonia
Nos tremores dos dias que se contam…
E na sombra dos minutos que faltam,
Escondo o medo e te perder
Carrego no momento presente
A ilusão de para sempre ter-te.
Mas de olhos bem abertos
Encaro a realidade e olho-te nos olhos
Faço de cada momento contigo,
Nosso, para que para sempre durem.


Filipe Garrido

Um comentário:

Anônimo disse...

não tenho palavras.....és uma dádiva...o melhor presente que os deuses me podiam dar....apenas uma coisa atormenta este sonho...a inevitabilidade do futuro.....adoro-te...o resto já sabes....

SM